Mesmo pecando, não estamos sozinhos.

O apóstolo João renova nossa confiança de que mesmo quando pecamos, nós sabemos que temos um advogado diante do Pai:

Alguém que ora por nós e nos defende perante o Pai, e ele nos absolve. É importante considerar cuidadosamente esta verdade, esta realidade: neste momento, Jesus está rezando por mim. Eu posso seguir adiante com minha vida porque eu tenho um advogado que me defende. Se eu sou culpado, eu tenho muitos pecados, Jesus é o bom representante e falará sobre mim ao Pai. E Jesus, com suas chagas, reza por nós como se dissesse: “Pai, este é o preço! Ajude-os, proteja-os, são os seus filhos que eu salvei”. De outro modo, não seria compreensível como Jesus, depois da Ressurreição, teria este glorioso e bonito corpo: sem as feridas e os cortes das torturas – todos eles foram curados, mas as cinco chagas estão lá. E Jesus quis levá-las ao paraíso para rezar por nós, para mostra-las ao Pai o preço, como se dissesse: “Este é o preço, não os deixe sozinhos agora, ajude-os! Jesus, reze por mim, mostre ao pai suas chagas, que também são minhas. Elas são as chagas do meu pecado, elas são as feridas do meu problema atual. Deste modo, Jesus é o intercessor que somente mostra suas chagas ao Pai – isso acontece hoje, agora. Tomemos as palavras de Jesus a Pedro: “Pedro, eu tenho rezado por você para que sua fé não diminua” (Santa Marta, 3 de junho de 2014).


Fonte: Vatican News